segunda-feira, 15 de maio de 2017

Rede da CPTM é danificada por ato de vandalismo



Uma corda foi arremessada sobre a rede aérea da linha ferroviária próximo à estação Lapa, na Zona Oeste; Linha 8 sofre atrasos

A circulação dos trens da Linha 8-Diamante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) está prejudicada desde por volta das 8h desta segunda-feira (15) após um ato de vandalismo. Uma corda foi arremessada sobre a rede aérea da linha ferroviária próximo à estação Lapa, na Zona Oeste, conforme informou a assessoria de comunicação da companhia.

Um trem teve de ser parado antes de chegar ao terminal para que os passageiros desembarcassem em segurança. O trecho entre a Lapa e a estação Palmeiras-Barra Funda da Linha 8 chegou a ser interditado para um reparo emergencial.

Os trens voltaram a circular antes das 9h, mas com velocidade reduzida entre as estações Júlio Prestes e Imperatriz Leopoldina. Funcionários ainda trabalhavam por volta das 9h10 na substituição de peças danificadas e ainda não havia, neste horário, previsão para a normalização total do sistema.

As informações são da Revista Veja

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Obras alteram circulação dos trens neste fim de semana​


Neste final de semana (13 e 14 de maio), a CPTM prosseguirá com as obras em suas linhas, que vão operar com intervalo maior entre os trens. Confira a programação e planeje sua viagem:

Linha 7-Rubi (Luz – Francisco Morato)

Domingo: das 4h à meia-noite, haverá obras de modernização no sistema de rede aérea entre as estações Franco da Rocha e Francisco Morato. Das 8h às 19h, também serão executados serviços de manutenção na Estação Franco da Rocha. O intervalo médio dos trens será de 15 minutos entre as estações Luz e Caieiras e de 30 minutos entre Caieiras e Francisco Morato.

Linha 8-Diamante (Júlio Prestes – Itapevi)

Sábado: das 20h até o fim da operação comercial, as intervenções serão nos equipamentos de via permanente entre as estações Barueri e Jardim Belval. O intervalo médio dos trens será de 20 minutos entre as estações Barueri e Itapevi.  

Domingo: das 4h à meia-noite, serão realizados serviços no sistema de rede aérea entre as estações Jandira e Itapevi. Das 8h às 20h, os trabalhos estarão concentrados nos equipamentos de via permanente entre as estações Comandante Sampaio e Osasco. O intervalo médio dos trens será de 20 minutos entre as estações Barueri e Itapevi.  

Linha 9-Esmeralda (Grajaú – Osasco)

Domingo: das 8h às 20h, a circulação ficará interrompida entre as estações Presidente Altino e Osasco devido à trabalhos nos equipamentos de via permanente no trecho. Para prosseguir viagem, os usuários devem utilizar a Linha 8-Diamante. 

Linha 10-Turquesa (Brás – Rio Grande da Serra)

Domingo: das 7h às 21h, serão executados serviços nos equipamentos de via permanente entre as estações Ipiranga e Tamanduateí. O intervalo médio dos trens será de 30 minutos em toda a linha. 

Linha 11-Coral (Luz – Estudantes)

Domingo: das 4h à meia-noite, os serviços ocorrerão nos equipamentos de via permanente entre as estações Tatuapé e Corinthians-Itaquera. O intervalo médio dos trens será de 20 minutos em toda a linha e não haverá transferência em Guaianases para usuários que utilizam a extensão da Linha 11-Coral. 

Linha 12-Safira (Brás – Calmon Viana)

Sábado e domingo: das 20h de sábado até o fim da operação comercial de domingo, o intervalo médio entre os trens será de 35 minutos em toda a linha devido às obras de implantação da Linha 13-Jade. 
  
Desafio: a CPTM ressalta que executar as obras de modernização, mantendo simultaneamente o atendimento aos usuários, é um grande desafio. As ações exigem medidas como promover intervenções em horários de menor movimentação de passageiros aos finais de semana, feriados e madrugadas.

Em caso de dúvidas ou informações complementares, a CPTM coloca à disposição o Serviço de Atendimento ao Usuário: 0800 055 0121.

As informações são da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos - CPTM

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Homem sofre queimaduras ao levar choque elétrico sobre trem da CPTM

Imagem do resgate (Foto: Igor Roberto)

Um homem ainda não identificado sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus ao levar um choque elétrico enquanto estava sobre um trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), na tarde deste sábado (6).

O acidente ocorreu na estação Barra Funda na zona oeste de São Paulo. A vítima foi resgatada em estado grave pelos bombeiros e encaminhada em um helicóptero da Polícia Militar ao Pronto Socorro do Hospital das Clínicas.

A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros não souberam informar as circunstâncias que levaram o homem a subir no vagão, que circulava na Linha 7-Rubi da CPTM. A ocorrência foi registrada às 15h45.

As informações são do R7.com

Obra de expansão da Linha 9 da CPTM atrasa e custará mais que o dobro do previsto


Governo planejava construir duas novas estações para Linha 9-Esmeralda em 18 meses. Obras, no entanto, duraram 39 meses, foram paralisadas antes do término, e custo disparou.


Prometidas para o primeiro semestre de 2015, as estações Mendes e Varginha, da Linha 9-Esmeralda, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), estão longe de ficarem prontas. Antes da obra começar, o governo estadual estimava que elas custariam em torno de 350 milhões de reais. Agora, a previsão é de que a expansão não saia por menos de R$ 790 milhões.

A Linha 9-Esmeralda liga a cidade de Osasco, na Grande São Paulo, ao Grajaú, no extremo Sul da capital paulista, e atende cerca de 600 mil passageiros diariamente. Em 2013, a CPTM começou a construção de mais duas estações, o que estenderia o percurso dos trens em mais 4,5 km, mas não há nem previsão para a ampliação do trajeto.

É no fim da linha, na Estação Grajaú, onde começa a obra inacabada da CPTM. Inacabada, mas muitos diriam que nunca começada. O terreno vazio foi tomado pelo mato e a única pista de que ali já houve um canteiro de obras são os trilhos amontoados. O trajeto para as futuras estações ainda é um corredor vazio e as passagens subterrâneas, que chegaram a ser construídas, estão fechadas.

A Estação Mendes, na região da Vila Natal, até teve a estrutura de parte do prédio montada, mas os avanços pararam por aí. Sobrou apenas o material usado na construção, abandonado no térreo. Os operários sumiram em dezembro do ano passado, quando o governo estadual parou oficialmente a obra de expansão.

Já na Estação Varginha, que seria a última da Linha 9-Esmeralda, a situação é ainda pior. Apenas dois esqueletos de concreto foram erguidos e, como o local fica aberto, sem portão nem segurança, virou ponto de descarte de entulho e de desova de carro. A reportagem do SPTV encontrou a carcaça de um veículo que parece ter sido incendiada ali mesmo.
A CPTM calculou inicialmente que o novo trecho da linha ficaria pronto em 18 meses. As obras, no entanto, duraram 39 meses e nem chegaram perto do fim. Quando forem retomadas, devem levar outros 18 meses para serem concluídas.

A companhia também estimava que tudo custaria R$ 350 milhões, mas agora o valor mais que dobrou e a obra deve custar R$ 790 milhões – destes, R$ 500 milhões pagos pelo Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), do governo federal.
A CPTM afirma que a obra está atrasada porque o dinheiro do PAC não foi disponibilizado. Já o Ministério das Cidades diz que o governo estadual não cumpriu as regras exigidas para receber a verba, tanto é que, para retomar a obra, terá de fazer uma nova licitação.

As informações são do G1

sexta-feira, 5 de maio de 2017

​Obras alteram circulação dos trens neste fim de semana​


Neste final de semana (6 e 7 de maio), a CPTM prosseguirá com as obras em suas linhas, que vão operar com intervalo maior entre os trens. Confira a programação e planeje sua viagem:

Linha 7-Rubi (Luz – Francisco Morato)

Domingo: das 4h à meia-noite, haverá obras de modernização no sistema de rede aérea entre as estações Franco da Rocha e Francisco Morato. Das 8h às 19h, também haverá serviços de manutenção na Estação Franco da Rocha. O intervalo médio dos trens entre as estações Luz e Francisco Morato será de 24 minutos.

Linha 8-Diamante (Júlio Prestes – Itapevi)

Domingo: das 4h à meia-noite, ocorrerão intervenções no sistema de rede aérea entre as estações Barueri e Jandira. Das 8h às 20h, os trabalhos estarão concentrados nos equipamentos de via permanente entre as estações Engenheiro Cardoso e Itapevi. O intervalo médio dos trens será:
Das 8h às 20h:

- Entre as estações Júlio Prestes e Barueri: 16 minutos
- Entre as estações Barueri e Itapevi: 32 minutos

Nos demais horários:

- Entre as estações Júlio Prestes e Barueri: 10 minutos
- Entre as estações Barueri e Itapevi: 20 minutos

Linha 9-Esmeralda (Grajaú – Osasco)

Sábado: das 20h até o fim da operação comercial, serão realizados serviços nos equipamentos de via permanente entre as estações Primavera-Interlagos e Grajaú. O intervalo médio dos trens será de 14 minutos em toda a linha.

Linha 10-Turquesa (Brás – Rio Grande da Serra)

Domingo: das 4h às 8h, serão executados serviços de infraestrutura entre as estações Brás e Mooca. O intervalo médio dos trens será de 20 minutos em toda a linha.

Das 8h às 18h, haverá intervenções no sistema de rede aérea entre as estações Ribeirão Pires - Antônio Bespalec e Rio Grande da Serra. O intervalo médio dos trens será de 20 minutos entre as estações Mauá e Rio Grande da Serra. 

Linha 12-Safira (Brás – Calmon Viana)

Domingo: das 4h à meia-noite, em decorrência de trabalhos nos equipamentos de via permanente entre as estações Tatuapé e Engenheiro Goulart, o intervalo médio dos trens em toda a linha será de 18 minutos.

Desafio: a CPTM ressalta que executar as obras de modernização, mantendo simultaneamente o atendimento aos usuários, é um grande desafio. As ações exigem medidas como promover intervenções em horários de menor movimentação de passageiros aos finais de semana, feriados e madrugadas.

Em caso de dúvidas ou informações complementares, a CPTM coloca à disposição o Serviço de Atendimento ao Usuário: 0800 055 0121.

As informações são da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos - CPTM

Trens novos comprados por Alckmin têm atraso na entrega e reprovação em testes


O governo de São Paulo acertou a compra, em 2013, de 65 trens para reforçar o atendimento nas linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Eles deveriam ter sido entregues no meio do ano passado, mas, até agora, apenas 11 entraram em operação. As novas composições ainda apresentaram mais de 200 falhas em um período de seis meses.

A aquisição dos trens foi selada em uma licitação de quase R$ 2 bilhões, vencida por duas empresas estrangeiras: a espanhola CAF e a sul-coreana Hyundai/Rotem. A CAF ficou encarregada de entregar 35 composições e, a Hyundai/Rotem, as outras 30, ambas em 2016. As duas companhias são investigadas por formação de cartel em contratos firmados durante a gestão PSDB em São Paulo.

O prazo oficial passou e nenhuma das fabricantes cumpriu com o compromisso. Juntas, elas entregaram até o momento apenas 20 trens. Destes, quatro da CAF e outros quatro da Hyundai/Rotem sequer foram aprovados nos testes de segurança e estão parados.

Uma composição da Hyundai/Rotem passou nos testes, mas ainda não está circulando por questões burocráticas. Os onze trens da leva que já estão em operação são da CAF, mas, apesar de estarem na ativa, têm apresentado constantes problemas. Foram 227 só em um semestre, conforme levantamento do Ministério Público (MP).

Falhas e reprovações

O Bom Bia Brasil teve acesso com exclusividade ao relatório feito por engenheiros do MP que avaliou os trens que estão em circulação mas apresentando problemas e aqueles que não passaram nem pela fase de testes. O parecer foi dado após vistoria em linhas e no pátio onde parte deles está estacionado, em Osasco, na Grande São Paulo.

Os engenheiros apontam no documento que quatro dos cinco trens entregues até aqui pela Hyundai possuem uma série de problemas e, por isto, são reprovados nos testes dinâmicos, que avaliam o equipamento em movimento. Já no caso da CAF, dois dos quatro trens parados estão há um tempo considerável tentando superar a fase de testes. Um deles aguarda liberação desde junho de 2015.

O MP também apurou as falhas nos trens da CAF que passaram nos testes e estão em operação. De acordo com o relatório do órgão, a maioria dos problemas está relacionada às portas das composições: foram 80 ocorrências do tipo. Outros pontos citados foram os amortecedores, mau contato nos cabos elétricos e até infiltração de água em caixa elétrica.

Trem série 9500 da Fabricante Rotem

A quantidade de problemas nos equipamentos levou o Ministério Público de São Paulo a concluir que os trens fornecidos não apresentam grau de confiabilidade necessário para operar no sistema de transportes da CPTM e atender a população paulista.

A CPTM afirma que os problemas apresentados são normais e cobertos pela garantia contratual. Além disso, garante que os trens estão na garantia e que as multas estão sendo aplicadas. Ainda segundo a CPTM, mesmo com o atraso na entrega dos trens, os contratos foram vantajoso porque, na época em que foram fechados, o valor do dólar era mais baixo.

O Ministério Público entende que o caso é tão grave que as multas aplicadas em contrato não são suficientes para cobrir o prejuízo. Até agora, o governo estadual já pagou R$ 750 milhões, dos quase R$ 2 bilhões acertados em contrato com as empresas. "Na verdade, o total que pode atingir essas multas é de apenas 10% de cada evento, então compensa para a empresa não cumprir o contrato", explica o promotor Sílvio Marques.

Segundo Marques, o Ministério Público pode tomar providências para exigir mais das empresas do que o simples pagamento de multas, que parece satisfazer a CPTM. "Indenização e também, se for o caso, a rescisão dos contratos. Existe essa possibilidade de propor ações visando essas duas medidas", completou ele.

Em nota, a Hyundai-Rotem disse que o atraso foi ocasionado por conta do pedido de recuperação judicial da Lesa, uma antiga parceira, que era responsável por metade do contrato. A empresa informou que, após a questão, assumiu integralmente o compromisso e que já há quatro trens prontos na fábrica em fase de inspeção final.

A CAF, por sua vez, negou responsabilidade pelo atraso na entrega. A empresa espanhola afirmou também que ajustes nos trens são normais, não comprometem a segurança e que todos os trens recolhidos estão operando normalmente.

As informações são do G1

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Justiça aceita denúncia contra ex-executivos da CPTM por lavagem de dinheiro em cartel dos trens de SP

Nove pessoas, dentre elas, consultores e ex-dirigentes da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, foram denunciados pelo Ministério Público Federal de São Paulo em fevereiro.


O juiz João Batista Gonçalves, da 6ª vara federal criminal, aceitou a denúncia do Ministério Público Federal de São Paulo no caso que ficou conhecido como cartel dos trens. A informação é do SPTV.

Nove pessoas, dentre elas, ex-executivos, consultores, e ex-dirigentes da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), são agora considerados réus do caso. Eles vão responder por vários crimes, entre eles lavagem de dinheiro.

Segundo o Ministério Público, os réus receberam vantagens indevidas nos contratos com o governo do estado na área de transporte sobre trilhos.
O juiz decretou sigilo de documentos. Assim que forem intimados, os réus terão dez dias para se defender.

A investigação

A denúncia foi apresentada em fevereiro deste ano pelo procurador da república Rodrigo de Grandis, do Ministério Público Federal. Nove executivos foram acusados de terem usado falsas empresas de consultoria e contas no exterior para lavar dinheiro de corrupção paga para assegurar a atuação de um cartel de multinacionais na construção do primeiro trecho (Capão Redondo – Largo Treze) da linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo pelo valor de R$ 527 milhões.

Foi a primeira denúncia do Ministério Público Federal no caso. Os ex-executivos foram denunciados por crime de lavagem de dinheiro de corrupção. O MPF apresentou provas de movimentação do dinheiro da corrupção nos contratos de compra e manutenção dos trens da CPTM e do Metrô.

O Ministério Público Federal deixou de denunciar os nove pelo crime de cartel, para evitar duplicidade de ação. É que o Ministério Público de São Paulo também tem uma ação penal contra eles.

Segundo a investigação, funcionários públicos receberam propina pra favorecer empresas multinacionais fornecedoras do governo do estado entre os anos 1999 e 2011 - durante governos do PSDB. O MPF diz que o dinheiro que passou pelas empresas de consultoria "irrigou contas de vários servidores públicos e agentes políticos, nem todos identificados pela investigação".

As informações são do G1